Fundamental para o acesso ou saída da área central de Araranguá, a "ponte da Baranca" como é conhecida, está interditada. Cotudo, a Administração Municipal da Cidade das Avenidas já trabalha para a solução do problema. No início desta semana foi aberto o envelope, que teve
apenas uma proposta, visando a manutenção da Ponte Giacamo Mazzuco. O valor de
referência da licitação era R$ 329.015,89 e a oferta vencedora foi da DW
Engenharia LTDA, Ltda/Eireli com lance de R$ 328.000,00.
“Saiu o resultado da licitação, essa um pouco mais rápida se
comparada à Quarta Ponte. Isso se justifica, pois era um valor bem menor,
devido ser um projeto menor. A vencedora foi uma empresa de Porto Alegre,
inclusive com o engenheiro que foi o responsável pela obra (inicial da ponte).
Isso é ótimo para o município devido a experiência. Provavelmente início da
semana que vem deve sair a ordem de serviço, iniciando a obra até o final da
semana que vem. O contrato inclusive já foi assinado. Após isso a previsão de
conclusão de 60”, explicou André Zanette, engenheiro da prefeitura de
Araranguá.
Obra
A obra vai contemplar execução de reforço estrutural de viga
longitudinal, execução de laje de aproximação, implantação de junta de
dilatação elastomérica e substituição da junta da rampa de acesso de pedestre
da Ponte Giacamo Mazzuco, localizada no bairro Barranca, o acesso Norte à
cidade de Araranguá.
Entenda o caso
No dia 30 de dezembro a Ponte Giacomo Mazzuco passou por
vistoria técnica realizada pelo responsável pelo projeto da estrutura, o
engenheiro civil Wolney Moreira da Costa. Durante a inspeção foi constatado
severo comprometimento estrutural em uma das longarinas da ponte sobre o Rio
Araranguá, especificamente no vão localizado sobre a Rua Paulino João Pereira,
no bairro Barranca. Além da longarina afetada após a colisão de um caminhão,
verificou-se que o sistema de contraventamento deste trecho também apresentava
danos significativos, podendo não estar desempenhando sua função de forma
adequada. Essa condição reduziu de maneira crítica a capacidade das demais
longarinas e comprometeu a estabilidade do vão, parte integrante da obra de
arte. Diante do risco de colapso eminente e visando preservar a integridade de
pedestres, motoristas e moradores da região, recomendou-se a imediata
interdição ao tráfego de veículos na ponte.

