A Secretaria da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SPDC/SC) mostrou mais uma vez sua capacidade de resposta rápida diante de desastres naturais. Em apenas duas semanas, o órgão entregou mais de 8 mil itens de assistência humanitária a famílias afetadas por temporais, vendavais e chuvas intensas. Você já parou para pensar no que significa receber ajuda essencial em meio ao caos de uma enchente ou vendaval? Essa agilidade pode fazer toda a diferença na recuperação de uma vida destruída.
Resposta imediata salva o dia em 21 municípios
Desde 27 de dezembro, 21 cidades catarinenses decretaram Situação de Emergência devido aos eventos climáticos extremos. Seis delas pediram apoio urgente: Araquari recebeu 2.690 itens, Laguna 2.550, Balneário Barra do Sul 1.600, Barra Velha 875, Timbó Grande 348 e São João do Itaperiú 30. No total, o investimento do Governo do Estado ultrapassou R$ 618 mil.
Os materiais distribuídos incluem telhas e cumeeiras para reparos em casas danificadas, cestas básicas para alimentação, colchões, travesseiros e lençóis para descanso, além de kits de higiene pessoal, limpeza doméstica e água potável. Esses suprimentos atendem necessidades básicas, restaurando um pouco de dignidade em momentos de vulnerabilidade total.
A entrega média aconteceu em até 12 horas após o pedido das prefeituras, um tempo crucial para evitar agravamento de problemas como doenças ou desabrigados sem abrigo.
Como a logística garante essa velocidade?
O segredo está no planejamento. A SPDC/SC mantém Centros de Logística (CELOG) em Rio do Sul, Joaçaba e Florianópolis, prontos para despachar itens a qualquer momento. Fornecedores ficam em sobreaviso com previsões de mau tempo, e aquisições são feitas com antecedência.
O secretário Mário Hildebrandt reforça: “Nosso foco é garantir que os municípios recebam os itens necessários no menor tempo possível. Quando há uma solicitação formal, a resposta precisa ser imediata. Temos conseguido entregar, em média, em até 12 horas, volumes significativos de assistência humanitária para reduzir o impacto dos desastres na vida das famílias” .

