ACIVA luta contra paralisação do curso de Medicina em Araranguá

Dos 90 profissionais necessários, o campus estaria com apenas 26

O principal assunto dessa semana é a possível paralisação do curso de Medicina no campus da UFSC de Araranguá. Debatido em reunião na noite de segunda-feira, dia 09, entre os diretores da ACIVA, o tema já repercutiu na imprensa e passa a ser uma prioridade para a Associação a partir de agora.

O presidente da entidade, Alberto Sasso, explica a situação. "Nas últimas semanas, recebemos algumas informações que nos preocuparam. De maneira geral, o campus de Araranguá não estaria atendendo o que foi pactuado com o Ministério da Educação com relação a quantidade de profissionais para atuar na graduação", destaca.

Dos 90 profissionais necessários, o campus estaria com apenas 26. "A informação que recebemos é de que o curso teria uma demanda de 60 professores e 30 técnicos. Porém, atualmente possui apenas 26 professores e nenhum técnico", revela Alberto.

Mobilização

Presente na luta para a implantação do curso de Medicina na UFSC de Araranguá, a ACIVA inicia agora uma nova mobilização, a fim de manter a graduação na cidade. "Na próxima semana teremos reunião com o prefeito de Araranguá, César Cesa, para tratar destas demandas que tomamos conhecimento. Além disso, vamos mobilizar os demais prefeitos da AMESC, deputados estaduais, federais e senadores. E também vamos buscar apoio da FACISC. No que depender da ACIVA, não mediremos esforços para manter o andamento do curso em Araranguá", finaliza Sasso.




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