O município de Turvo vai contar, no próximo dia 21 de agosto, com uma programação especial dentro da campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização e combate à violência contra a mulher. A iniciativa é promovida pela Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com as secretarias de Saúde, Educação e Cultura, Conselho Tutelar, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Rede Catarina.

A principal atração será o Ônibus Lilás, que ficará estacionado em frente à prefeitura, das 8h às 17h, oferecendo atendimento especializado, orientações e atividades que fortalecem a rede de proteção e apoio às mulheres.

Atendimentos e atividades oferecidos

Durante o dia, serão realizados serviços gratuitos de acolhimento e escuta qualificada, com a presença de profissionais preparados para orientar mulheres em situação de vulnerabilidade. Entre as ações confirmadas estão:

  • Plantão Psicológico – atendimento individual para apoio emocional e encaminhamentos;
  • Assistência Social – orientações e suporte para acesso a direitos e benefícios;
  • Orientações Jurídicas – com participação da OAB, Rede Catarina e especialistas na Lei Maria da Penha;
  • Rodas de conversa – debates sobre equidade de gênero, prevenção e tipos de violência;
  • Palestra para adolescentes – reflexões sobre o papel da mulher na sociedade;
  • Orientações de Saúde da Mulher – com informações sobre prevenção, importância do exame preventivo e oferta de testes rápidos;
  • Atividades culturais – apresentações artísticas e intervenções temáticas;
  • Ações de beleza – voltadas à autoestima como parte do cuidado integral.


Fortalecimento da rede de apoio

A campanha Agosto Lilás é reconhecida nacionalmente por estimular o diálogo sobre violência doméstica e ampliar o acesso à informação para que mais mulheres possam buscar ajuda com segurança. Em Turvo, a ação busca integrar serviços públicos, entidades e a comunidade, criando um ambiente de acolhimento e incentivo à denúncia.

Segundo a Secretaria de Assistência Social, a proposta é “unir esforços para mostrar que há uma rede pronta para apoiar, orientar e proteger a mulher, garantindo não apenas a resposta imediata à violência, mas também meios para sua autonomia e reconstrução de vida”.


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